segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

deste 2011

Em 2011, a minha vida mudou. Deu a volta que 2010 já tinha ameaçado. Não foi uma volta necessariamente má, uma vez que acho que acabo por estar melhor assim...
Correndo o risco de me esquecer de alguma coisa (é o mais certo!) e sem nenhuma ordem específica, aqui vão algumas das coisas que marcaram o meu 2011. Isto está um bocado grande... Aconselha-se paciência!!


Fortaleci amizade com 3 pessoas. Já estivemos uns para os outros ao longo destes 12 meses.
O primeiro exame do mestrado foi no dia 8 de janeiro: Fiscalidade, 16! Foi só a nota mais alta... Vaidosa, eu!
Fui aos Picos da Europa, mas sou atraiçoada pelas memórias e mal me lembro que lá fui...
Apesar de ainda ter começado em 2010, com os U2, 2011 foi o ano dos concertos - Alive e Super Bock Super Rock. Sempre com a mesma companhia!
Encerrei dois blogs. Abri este!
Tive medo da solidão.
Ouvi o que não esperava ouvir.
Devo ter dito coisas que não esperavam ouvir da minha boca.
Tive a coragem de pôr o ponto final.
Mudei de estado civil no dia a seguir a vir do Super Bock Super Rock.
Cinco dias depois da separação, fiz exame a Estatística e tive 10. Ainda hoje não sei como.
O meu casamento acabou e eu de volta de exames e trabalhos do mestrado. Orgulho-me de mim, porque consegui fazer tudo. Tinha estabelecido uma média para a parte curricular e fiquei apenas a 1 valor dela.
Escolhi uma orientadora para a tese que virou amiga.
No espaço de 15 dias, duas amigas ficaram sem pai... Em novembro, um amigo ficou sem pai...
Esvaziei uma casa e empacotei a minha vida em caixotes. Graças aos meus pais e aos meus irmãos, consegui fazê-lo num dia.
Voltei para casa dos meus pais.
Senti a minha vida toda a andar para trás. Senti que não pertencia a lado algum. Senti-me perdida.
Coloquei uma placa a dizer "Vende-se".
Os meus pais e os meus manos foram essenciais nas primeiras semanas após a separação.
Disse aos meus pais que este regresso é temporário. Isto pouquíssimo tempo depois do regresso e ainda antes do divórcio ser certo.
A minha mãe disse-me que não esperava que eu ficasse eternamente cá em casa. E que achava muito bem em eu querer arranjar um sítio só meu.
O meu pai ficou em pânico e só perguntava "Mas vais para onde?".
No dia do divórcio, o dia em que tive de ir à Conservatória, recebi sms de vários amigos. Fizeram-me sentir acompanhada!
Olho em frente, "tento esquecer a mágoa, guardar o que é bom de guardar", embora, às vezes, não seja assim tão fácil.
Ainda me surpreendo com várias atitudes. Se calhar, não devia!
Usei a desculpa do divórcio para adiar prazos de entrega de trabalhos do mestrado! Resultou!!! Mas pedi sempre que o prazo também fosse alargado para os meus colegas!
Conheci pessoas. Percebi que ainda faço conversa facilmente com as pessoas que acabo de conhecer.
Voltei a sair com velhos amigos.
Aprendi a lição para o futuro. Espero eu!
Recomecei a fumar. Péssimo vício, eu sei. Mas também sei que basta querer e páro. Ainda não foi o dia.
Comecei a ir ao ginásio.
Soube que, em 2012, vou ter um sobrinho emprestado.
Também em 2012, a minha melhor amiga vai ser mãe! Estamos a torcer por uma mini-gaja!
Descobri que tenho mais amigos do que aquilo que julgava.
Cortei o cabelo, como queria cortar há muito! Radical!
Ainda não escrevi uma linha da tese.
Pensei que nunca mais iria encontrar alguém que gostasse de mim...
Conheci uma pessoa que me tem feito bem!
Ando bem disposta, alegre.
As pessoas dizem-me que estou com boa cara, que já há muito que não me viam assim!
Enviei um mail que dizia: "91 ou 96, qual queres?". Atiraram-me a batata quente para a mão, porque a resposta foi um número de telefone e "dá-me um toque que eu ligo-te!" Mas não liguei! Enviei sms...
Recebi um telefonema depois de enviar a sms da linha de cima. Foi o início de uma amizade... E de mais qualquer coisa! Step, by step, um dia de cada vez. Gosto disto que temos, J.!! Sim, sei que vais ler isto! :-)
Fiz (ainda faço!) planos para 2012.
Consegui ir passear sozinha, sem que isso me metesse medo ou fizesse sentir sozinha.
Percebi que gostava de ser só eu, de não ter de não fazer ou de fazer só por causa de... Acho que me senti livre.
Passei o Natal sem um sabor agri...
Acredito que em 2012 a minha vida vai dar outra volta!

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