segunda-feira, 2 de julho de 2012

a utilidade das conferências do mestrado

Sábado, 30 de junho de 2012, 17h30m, algures numa faculdade de economia deste país...

O orador falava, falava e nós íamos ouvindo.

Às tantas, a V., sentada ao meu lado, arranca uma folha do caderno... Era o início de uma conversa por escrito para não incomodar quem estava à nossa volta. Sim, tipo miúdas da secundária!

E escreve isto:
"Para mim, a ruptura acontece quando a dor da presença é maior do que a dor da ausência..."

Resposta: "Hoje a ausência está a ser insuportável..."

E hoje, segunda-feira, continua tudo a bater certo. Dói muito mais não estar com ele do que estar. Quando estamos juntos é como se lá fora não houvesse ninguém, o mundo somos nós. Quando estamos juntos, esquecemos o ruído que há à volta desta relação.

E quando não estamos juntos temos que nos focar naquilo que realmente queremos para nós. No que eu quero para mim e para esta nossa relação. No que ele quer para ele e para esta nossa relação.

Conversa racional também eu a tenho... Mas não é essa que quero!

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