quinta-feira, 21 de março de 2013

manter o contacto

Uma pessoa casa e descasa... E aqui pelo meio há outras pessoas.
 
Depois, a bem da sanidade mental, terá de se traçar uma linha. E essa linha nem sempre é fácil de traçar, ou porque não se sabe onde, ou, simplesmente, porque sim.
 
E há aquelas pessoas que, independentemente do laço familiar, continuam a querer saber de nós e a ficar contentes com as nossas conquistas.
 
O fim da saga mestrado foi partilhado com uma dessas pessoas. A única reclamação que fez foi ter ficado revoltada por eu ter demorado alguns dias a dar a notícia! Quer saber qual a próxima etapa da minha vida... Essa não tenho estofo para lhe dizer. Embora, com toda a certeza, ela saiba porque de burra não tem nada.
 
Às vezes tenho saudades dela... Se calhar, um dia destes, ligo-lhe para irmos lanchar. Vou pensar nisso!


2 comentários:

  1. Ainda bem que no meu caso não ficaram pessoas pelo meio. Ainda esta semana recebi um telefonema e perguntar por um familiar e tratei logo de esclarecer que não tenho nem quero ter nenhum tipo de contacto com ninguém da família.
    Mas não acho mal que continue a existir e compreendo que se mantenham relações com quem fez parte da nossa vida de uma forma tão próxima, no meu caso é que seria impossível.

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    1. Há coisas que não dá para explicar aqui...

      ;)

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Cenas que te passaram pela cabeça, quando leste as minhas cenas!!