quinta-feira, 3 de abril de 2014

tal e qual

Revi-me em cada palavra deste post.

Foi uma das melhores decisões da minha vida. Disso não tenho qualquer dúvida!

10 comentários:

  1. A sensação de falhanço não ocorre só nos divórcios, embora seja mais intensa nesses casos... Mas ocorre também em separações, em fins de namoro... Porque se constroem planos, porque se criam sonhos...

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    1. Porque, afinal de contas, a vida não é cor de rosa...

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  2. sim, entendo-te perfeitamente. Entendo perfeitamente as palavras da Gata. Para mim, o que custa mais não é a sensação de falhanço. Para mim, o que está a custar mais, é começar tudo de novo. Refazer a vida toda do inicio e sentir que não há condições suficientes para atingir sequer os minimos. É pensar na vida que tinha e na vida que tenho. Mas sabes... mesmo não tendo nada agora, mesmo não tendo a minha casa, mesmo não tendo o meu colchão, mesmo não tendo os meus tapetes, tenho, tal como tu, a certeza que foi " uma das melhores decisões da minha vida"

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    1. Quando te custar mais, agarra-te a isso: foi a melhor decisão! De repente, tudo é relativizado.

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  3. Eu não chorei no meu divorcio...já tinha chorado muito durante o casamento. Na verdade a sensação de falhanço permanece durante uns tempos, mas depois a vida refaz-se e o alivio instala-se.
    Foi a segunda melhor decisão da minha vida. A primeira foi ter o meu filho neste segundo casamento.

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    1. Eu também não chorei no dia D, como digo. Já tinha chorado tudo antes.
      Outra boa decisão foi não ter chegado a ter um filho.

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  4. Partilho da opinião do Roger... a sensação de falhanço também está no fim de um namoro, por exemplo. Eu senti isso. Um namoro longo, famílias que se conheciam, amigos em comum, planos, promessas. E tudo acabou. Fica a sensação de falhanço e a dúvida relativamente a construir algo igual, com o medo de poder falhar, novamente. Sei que foi a melhor decisão, pelo que sentiamos na altura, pelo que ambos temos hoje. Mas custou muito, sentir que se deu o melhor de nós e não se conseguiu nada além de memórias. Perdi amigos, ou melhor, conhecidos, perdi oportunidades, mas percebi bem do interesse que pode mover as pessoas. E aí, senti o que aquele "falhanço" me ensinou, as facetas que revelou, minhas e dos demais.
    Mas sim, acima de tudo sei que foi a melhor decisão. E isso, basta. Não falhei comigo. Estou feliz.

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Cenas que te passaram pela cabeça, quando leste as minhas cenas!!