terça-feira, 30 de setembro de 2014

terça-feira, 23 de setembro de 2014

domingo, 21 de setembro de 2014

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

do post de ontem

embora sejam poucas horas, a verdade é que me permitem voltar a fazer uma coisa da qual percebi que gostava.
 
supostamente deveria começar já, imediatamente, assim... hoje! lá expliquei que estava de férias marcadas e que só poderia daqui a uns dias. ok, não tem problema.
 
ontem fui lá. reencontrar colegas, pessoas contentes por me verem e perceberem que ia voltar. gargalhadas com a malta do costume. trazer materiais para começar a preparar as aulas. leitura das férias: manual do módulo. 3 horas e meia de viagem deve dar para alguma coisa.
 
estou lixada. (isto passa.)

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

o bom filho à casa torna...

ainda não estou em mim...
 
acho que vou voltar a dar formação! acho que vou voltar a enfrentar adolescentes...
 
estou contente: "temos boas referências da agridoce".
 
as discussões todas do passado valeram a pena!!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

chuva e sandálias

hoje, logo pela manhã, tive consulta no centro de saúde. a distância de minha casa até lá é como atravessar do vasco da gama para a estação do oriente ou ir de S. Bento aos Aliados.
 
saí de casa de sapatilhas (meias, portanto) e camisola de algodão de manga comprida. senti calor na rua, dentro do centro de saúde e novamente na rua. fui a casa, vesti uma t-shirt e calcei umas sandálias. estava sol e o céu azul.
 
15 km depois, saio do carro e... fresquinho, céu embrulhado.
 
e vai chovendo...
 
não estou preparada para calçado fechado. dramas.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

eu e as chaves

ontem ao chegar a casa, como quase sempre, fui ver a caixa do correio.

parece que não sou a única a deixar as chaves penduradas na caixa, a ir à minha vida e a andar à procura das mesmas como se não houvesse amanhã.
 
desde que vivo sozinha, as chaves suplentes que estão em casa dos meus pais já me safaram duas vezes. numa delas, o meu irmão fez 26 quilómetros só porque sim....
 
tenho um problema com chaves. por isso é que, às vezes, tenho saudades do cartão do meu antigo carro.

nunca mais é domingo


algures na Europa

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

desligada do mundo

durante praticamente 4 dias.

sem ver/ler notícias, com dias trocados pelas noites, com experiências novas, com gente de sempre, com amigos dos amigos. gargalhadas, olhares, directas e indirectas. filmes e aventuras. 

com memórias de um fim de semana que ainda vai dar muito que falar.

a precisar de umas boas noites de sono. 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

vizinhança

metade do prédio, sim, metade, tocou à campainha para avisar que tinha o vidro do carro aberto.

eu só deixei o carro a arejar um bocadinho, pois ia voltar a sair.

será que para a próxima avisam? bem, a vizinha de baixo é repetente...

acho que já perceberam o que a casa gasta!

terça-feira, 2 de setembro de 2014

com este já só faltam

64 posts para os 1000.

com sorte ainda é este ano.

facebook (again)

sabem aquelas pessoas que não conhecem de lado algum, mas ainda assim recebem pedido de amizade delas?

no meu (próximo) casamento vou exigir que os presentes não partilhem fotos desse momento. não vá dar uma coisa (má) a alguém.

e quando o pedido de amizade é feito por alguém com quem namoraram há uns mil anos atrás? e essa pessoa cruza-se convosco na rua e vira a cara ao lado? 

o simples facto de eu dizer bom dia a alguém, de ter amigos em comum com essas pessoas não são sinónimos de aceitar esses pedidos de amizade.

sim, aquela frase ali no meio foi de propósito. é claro que não vou casar. outra vez.

setembro

não sinto que seja um mês de recomeços e de regressos.

da falta de tomates para tomar uma decisão para a puta da vida

alturas houve em que a ex-mulher era o motivo pelo qual não tomava decisões para a vida profissional.

alturas houve em que a ex-mulher era o motivo pelo qual ele não emigrava.

3 anos depois... gostava mesmo de saber de quem é culpa, pois a nível profissional parece que está na mesma. se é que não está pior.

p.s.: não, não é um post ressabiado. é um post escrito por alguém que sempre incentivou que opções drásticas fossem tomadas, alguém que sabia que era preferível um ano a 300 quilómetros de casa ou mais a estar sem trabalho.
ainda falta mais este esclarecimento: a culpa de todos os males do mundo (e arredores) era minha e dos outros...