segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

domingo, 16 de dezembro de 2012

Custou. Quase puxado a ferros. Cheguei a oferecer pancada a toda a gente, porque ninguém se entendia. Ou estava sol, ou chovia, ou o gato que está doente... Ou nesse dia não dá, no outro só se for jantar, ai nesse não que vai doer-me a cabeça. Não foi fácil.
 
Provamos uns aos outros que temos dotes culinários! Como me disse o J.: "Já podes casar, sabes cozinhar!" Gargalhada, claro! :D
 
Gargalhadas, conversas sérias, conversas menos sérias. Amizade. Muitas frases com duplo sentido. Muitos olhares seguidos de gargalhada! Muitas dessas frases escritas num telemóvel, para a eternidade.
 
E, no fim, a certeza que aquelas amizades são para a vida. Juntos há dois anos, mas a parecer que já passou muito mais.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

momento perfeito

Não há momentos perfeitos. É ficção. Não existem.


E, às vezes, mais vale arriscar...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

se é para acabar a 21 de dezembro...

... alguém pode ter a gentileza de me informar, assim já, neste preciso momento?

É que páro já de escrever a tese. Era só isto.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

eu #5

Como já deve ter dado para reparar, eu sou muito mais emotiva do que racional. Quando os sentimentos e emoções estão à flor da pele, sou de explosão fácil. Digo as coisas sem pensar e isso já me trouxe alguns dissabores.

Admiro muito o agridoce júnior 1 por em momentos de tensão e conflito ele conseguir ser racional, naquele preciso momento. Por ele conseguir ver as coisas com calma. Por ele, mais novo do que eu, chamar-me à terra e dizer "Calma!".

Porque faz parte da vida, fui aprendendo a controlar esta minha forma de agir. Confesso que, às vezes, não é nada fácil, mas consigo contar até 10 (bem, talvez 100) antes de abrir a boca e as coisas saem menos mal, pois enquanto conto, a cabeça controla o coração. Assim como também já consigo (não) responder a emails e guardá-los nos rascunhos... Mails do género "Vai à merda" ou pior. Ignorar, tentar não dar importância a quem não a tem.

Depois há as outras alturas em que quero dizer as coisas, mas não sei muito bem como, porque ou não encontro as palavras certas, ou quero dizê-las de forma bem clara, ou simplesmente não as digo com medo... medo da reacção de quem as vai ouvir.

Isto tudo para dizer que ando num dilema interior. Não sei se diga, não sei se quero dizer, não sei se quer ouvir, não sei se quero admitir, não sei se o melhor é... partir a louça toda de uma vez por todas!


domingo, 2 de dezembro de 2012

eu #4

Até ao dia em que me passe da puta da cabeça e parta a louça toda.

eu #3

A razão diz-me uma coisa... O coração outra.

O que sei é que, para já, parece que o coração quer levar vantagem. Mesmo quando a razão parece saber que esse poderá não ser o melhor caminho.


(escrito em agosto de 2012 e guardado nos rascunhos)